Engraçado (1): a Argentina, em resposta a decisão do governo brasileiro de rebaixar a relação diplomática, diz que "o relacionamento entre os países não pode ser movido por questões ideológicas", como se o presidente Javier Milei se comportasse sem usar sua ideologia de direita radical.
O engraçado (2): a chancelaria argentina declarou que "as relações entre os Estados devem responder aos interesses de seus povos e não às necessidades políticas ou pessoais dos governantes".
Engraçado (3): "a política externa do país continuará sendo guiada exclusivamente pela defesa do interesse nacional, da soberania e do mandato conferido pelo povo argentino".
Ora, ora, a política externa do Brasil é também movida pela defesa da soberania do seu povo e pelo interesse nacional. Lembrando a Javier Milei que o mandato de Lula foi também conferido pelos brasileiros, pelas urnas, pela vontade da maioria.
Só faltou Flávio Bolsonaro, na convenção nacional do PL, bater continência para a bandeira da Argentina, como fez o pai Jair Messias Bolsonaro com a bandeira dos Estados Unidos.
O engraçado de número 4 ficou por conta do momento que Milei subiu ao palco dançando ao som de "Panic Show", tendo como companheiro o primogênito do ex-morador do Alvorada.
No quesito dança foram reprovados. Pelo andar da carruagem, tudo caminha para serem rejeitados nas urnas.
A soberania do Brasil é inegociável. O patriotismo não pode ser de mentirinha. Tem que ser com todas as letras maiúsculas: PATRIOTISMO.
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