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Domingo, 18 de Janeiro de 2026
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PF faz operação contra serviços ilegais de ataques de negação

DDoS são tentativas maliciosas de interromper o tráfego normal de um servidor, serviço ou rede, sobrecarregando-o com uma enxurrada de tráfego de internet de múltiplas fontes.

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Por Mandato Bahia
PF faz operação contra serviços ilegais de ataques de negação
© Divulgação/Polícia Federal
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A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (3), uma operação para desarticular um grupo especializado em oferecer serviços ilegais de ataques de negação de serviços distribuídos (DDoS – Distributed Denial of Service) sob demanda, conhecidos como booters e stressers.

Os DDoS são tentativas maliciosas de interromper o tráfego normal de um servidor, serviço ou rede, sobrecarregando-o com uma enxurrada de tráfego de internet de múltiplas fontes.

O objetivo é tornar o alvo inacessível para usuários legítimos, inundando-o com dados até que ele fique indisponível. Isso pode interromper operações, causar perdas financeiras, roubar negócios ou prejudicar a reputação de uma empresa.

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Como parte da Operação Power OFFcom, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária, a serem cumpridos nas cidades de São Paulo/SP, São Caetano do Sul/SP, Rio de Janeiro/RJ e Tubarão/SC.

Plataformas ilegais

Os alvos são administradores das plataformas ilegais e usuários que contrataram os serviços para realizar ataques contra sistemas de alta relevância.

Segundo a PF, as investigações - apoiadas pelo FBI (Federal Bureau of Investigation) - mostraram que essas plataformas permitem que qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, contrate ataques DDoS mediante pagamento. Os serviços são hospedados em servidores de nuvem distribuídos em diversos países e utilizados por agentes em escala mundial.

“Entre os ataques atribuídos aos usuários dessas plataformas estão ofensivas contra órgãos estratégicos brasileiros, como a Polícia Federal (2020), Serpro, Dataprev e o Centro Integrado de Telemática do Exército Brasileiro (2018)”, informou a Polícia Federal.

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FONTE/CRÉDITOS: Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil
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