Donald Trump, nada mais, nada menos, que o presidente dos Estados Unidos, nunca disse que Eduardo Bolsonaro, filho número 3 de Jair Messias Bolsonaro, é um "bom menino".
Mas após a conversa com o presidente Lula, Trump declarou que o petista-mor é um "bom homem", que o Brasil e os Estados Unidos "vão começar a fazer negócios".
"O presidente Trump, que até parecia o inimigo número um, me telefonou segunda-feira e disse: "Lulinha, pintou uma química entre nós. Vamos conversar, vamos discutir", declarou Lula ao ser perguntado sobre a conversa com Trump.
Pelo andar da carruagem, todo serviço de Eduardo Bolsonaro contra o Brasil foi por água abaixo. O tiro do antipatriotismo saiu pela culatra. No frigir dos ovos, o número 3 vai ficar isolado, a ver navios.
Que situação! Ninguém sabe quanto tempo o deputado federal licenciado vai ficar morando nos Estados Unidos. Retornando ao Brasil, pode ser preso. O delito mais grave é o de lesa pátria, cuja pena de reclusão pode alcançar a 20 anos.
Como não bastasse, as principais lideranças da direita brasileira já consideram Eduardo Bolsonaro como o "patinho feio" da política brasileira. O chamado centrão não quer nem ouvir falar do seu nome.
E o pior é que o dinheiro arrecadado pelo Pix não vai durar muito tempo. Vai precisar de uma nova remessa. A ala bondosa do bolsonarismo está pronta para ajudá-lo. Tem até quem veja o filho número 3 como um "mito".

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