Tem uma turma do PT de Itabuna, com alguns integrantes morando em Salvador, ocupando cargos no governo Jerônimo Rodrigues, que já está prejudicando a legítima pretensão do ex-prefeito Geraldo Simões de ser o gestor de Itabuna pelo terceiro mandato. O desaconselhável radicalismo toma conta desses petistas
A grande maioria chega a dizer que o voto de quem sufragou o então candidato Jair Messias Bolsonaro na sucessão presidencial de 2022 é dispensável, que prefere ver Geraldo amargando uma posição desconfortável nas pesquisas. Os mais xiitas falam até da eleição para o Palácio de Ondina, tratando com desdém quem votou em ACM Neto.
Vale lembrar que o candidato do União Brasil, no segundo turno, em Itabuna, colocou uma frente de mais de 25 mil votos sobre Jerônimo. Pelo andar da carruagem, os xiitas vão ficar satisfeitos com a votação de Geraldo no último pleito sucessório, salvo engano um pouco mais de 5.500 votos. Informações dão conta de que o ex-alcaide, sem dúvida a maior liderança grapiúna do Partido dos Trabalhadores, não está nem um pouco gostando desse extremismo dos companheiros.
Enquanto isso, Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil, se aproxima cada vez mais do bolsonarista Elmar Nascimento (União Brasil). E mais : é seu candidato para substituir Arthur Lira (PP-AL) na presidência da Câmara dos Deputados. Coisas do movediço e traiçoeiro mundo da política.
Marco Wense
Itabunense, Advogado e Articulista de Política
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