A eleição de Andrea Castro para o Parlamento estadual é dada como favas contadas pelo prefeito de Itabuna Augusto Castro (PSD).
Toda articulação para fortalecer a candidatura da primeira-dama, ainda sem saber por qual legenda vai disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, é feita pelo chefe do Executivo.
Augusto quer Andrea como uma das mais sufragadas entre as mulheres que vão postular o mesmo cargo. Quem sabe até na posição de primeira colocada e com uma surpreendente votação.
O gestor de Itabuna, que quebrou o tabu do segundo mandato consecutivo, via instituto da reeleição, quer ficar na história política de Itabuna como o primeiro gestor a eleger a primeira-dama para o Parlamento estadual.
Em relação ao parágrafo acima, vou usar a expressão "salvo engano", já que não tenho certeza que a eleição de Andrea é também um tabu, que é a primeira vez que o prefeito de plantão elege a primeira-dama para à Assembleia Legislativa do Estado.
Acordos importantes estão acontecendo em torno da candidatura de Andrea, não só em Itabuna como em vários municípios, principalmente do sul da Bahia, envolvendo lideranças políticas locais.
Um acordo que vem chamando à atenção envolve dois deputados federais: Paulo Magalhães (PSD) e o bispo Márcio Marinho (Republicanos), respectivamente da base aliada do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e do grupo de ACM Neto, comandante-mor da federação União Progressista (UP).
Não sei dizer se essa dobradinha da primeira-dama com Magalhães e Marinho, bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), está restrita a Itabuna ou se estende para outras cidades.
Concluo dizendo que não é só o prefeito Augusto Castro que dar como certa a eleição da esposa. Todos os grupos políticos de Itabuna comungam com a mesma opinião do alcaide.

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