Não será nenhuma surpresa, muito menos espanto, se o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados tomar a decisão de não cassar o mandato de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), acusado de ameaçar à realização das eleições de 2026.
Lembrando ao caro e atento leitor que o filho número 3 do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro mora nos Estados Unidos, mas não abre mão de receber o salário parlamentar todo mês.
O trabalhador comum, quando falta ao emprego sem justificar, é demitido por justa causa. Eduardo Bolsonaro, além de não trabalhar, faz articulações para que o governo Trump promova mais sanções contra o Brasil. Se sente honrado com o título de "pai do tarifaço".
O relator é o deputado Marcelo Freitas (Foto/União Brasil), delegado da Polícia Federal, que não esconde de ninguém que é bolsonarista. Com efeito, Eduardo Bolsonaro é escrivão concursado da honrosa instituição.
No seu X, no mês de agosto, Marcelo diz que é defensor da anistia ampla, geral e irrestrita, que é "totalmente contra os abusos cometidos pelo Supremo Tribunal Federal". Finaliza dizendo que é defensor do impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
Portanto, não tem como esperar outro resultado que não seja favorável ao filho rebelde do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.
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